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sábado, 15 de junho de 2013

Prevenção às drogas

Aluney Elferr Albuquerque Silva

O que é :

Conjunto de medidas utilizadas para impedir ou, pelo menos, reduzir o consumo abusivo, evitando que se estabeleça uma relação destrutiva de um sujeito com uma determinada droga, levando em consideração o seu contexto social, econômico e cultural.

Níveis de prevenção:

Primária – Medidas anteriores ao surgimento do problema das drogas. Objetiva em reduzir a incidência entre os adolescentes e outros. Plano a atingir a prevenção: limitação da disponibilidade da droga, controle da publicidade e divulgação sublinear, campanhas educativas e contínuas técnicas de prevenção nas escolas e empresas, mudanças sócio/política/econômica [lei seca], resgatar valores e limites.
Quem vai fazer a primeira prevenção? Será realizada pela: Família - medo e preconceito x conversa livre; segredo [ não quer ver e não que mexer com as coisas e mostrar o envolvimento emocional; posicionamento claro e coerente.

Governo - repressão ao tráfico, campanhas.

Igreja - espiritualidade "Quando a alma é negligenciada, perdas de significados ( o homem necessita de cuidar da sua alma ......’Tomas Moore).

Empresas - com palestras, SIPA, grupos de mútua ajuda e campanhas.

Secundária – Ocorre quando o problema do consumo é detectado. Objetivo é através de todos os atos destinados a diminuir o prevalecimento da doença, reduzir a duração/evolução e trabalhar no estágio do abuso.
NÃO fazer os seguintes procedimentos, tais como - fechar os olhos para o problema [negação] facilitar, banalizar o problema [minimizar], usar os mecanismos de defesa [projeção da culpa], querer ser herói, dramatizar [ não deu certo o tratamento ], procurar soluções mágicas [passes vacinas, etc.].

Terciário – Ações direcionadas ao estágio de dependência de drogas. Objetivo a diminuir as incapacidades crônicas, promover o tratamento em clínica, grupo de mútua ajuda (AA/NA, 12 passos), Artigo 1o da Lei 6368 de 21.10.76.
DROGAS PSICOTRÓPICAS

São substâncias químicas capazes de modificar o funcionamento do organismo. As drogas psicoativas naturais ou sintéticas, quando administradas no organismo provocam alterações no funcionamento de SNC e levam a modificações no estado psíquico, físico e comportamental do indivíduo.

FATORES DE RISCO (OMS)

Necessitam de informações adequadas sobre as drogas e seus efeitos;
Apresentam saúde deficiente ou personalidade mal integrada;
Insatisfeitas com sua qualidade de vida e acesso fácil à droga;
Certa predisposição depressiva;
Organização familiar desfavorável e
Histórico com traumatismos psicoafetivos precoces.
O QUE É ABUSO?

Muitas drogas psicotrópicas tiveram ou ainda têm aplicação terapêutica. A morfina é um dos mais potentes analgésicos que existem. A cocaína era empregada como eficiente anestésico local em cirurgia dos olhos. Muitos xaropes utilizados até hoje contra tosse contêm codeína, sem falar dos tranqüilizantes, barbitúricos e soníferos.

Em nossa sociedade, o uso desses medicamentos se tornou corriqueiro, controlado ou não por prescrição médica. Igualmente, muitas pessoas fumam e bebem regularmente, mesmo conhecendo as conseqüências. O Abuso das drogas "lícitas" ocorre quando sua utilização se dá fora das indicações terapêuticas. Quanto às drogas "ilícitas", todo uso corresponde ao abuso.

É importante notar que não é a natureza da droga que faz a pessoa se tornar dependente, mas o impulso de toma - la, isto é, o modo como ela a utiliza. O abuso de drogas sempre denuncia desequilíbrio psicossocial. Segundo classificação internacional existem quatro tipos de usuários:

EXPERIMENTADOR: limita - se a experimentar a droga, por diversos motivos - curiosidade, desejo de novas experiências, pressão do grupo, etc.Na maioria dos casos, o contato com a droga não passa das primeiras experiências.

USUÁRIO OCASIONAL: utiliza um ou vários produtos, de vez em quando, se o ambiente for favorável e a droga disponível. Não rompe suas relações afetivas, profissionais e sociais.

USUÁRIO HABITUAL OU "FUNCIONAL": faz uso freqüente da droga. Em sua vida já se observam sinais de rupturas a nível afetivo, profissional e social. Mesmo assim, ele ainda "funciona" socialmente, embora de forma precária.

USUÁRIO DEPENDENTE OU "DISFUNCIONAL" (TOXICÔMANO): vive exclusivamente pela droga e para a droga. Como conseqüência, rompem - se todos os outros vínculos, o que provoca sua marginalização.

O QUE É ESCALADA?

A escalada pode ser entendida como a passagem do consumo esporádico a consumo exclusivo (escalada quantitativa), ou como a passagem do consumo de drogas "leves" para drogas "pesada" (escalada qualitativa).

Muitas pessoas fazem somente a escalada quantitativa, recorrendo a única droga de forma freqüente.

A maioria, entretanto, não faz escalada. Permanece como usuário esporádico ou abandona o uso.

Com a maioria (os toxicômanos) ocorre as duas escaladas. Os motivos devem ser procurados não no tipo de droga, MAS DIFICULDADES AFETIVAS, FAMILIARES E SOCIAIS que o indivíduo tenta resolver recorrendo a elas. Contudo, mesmo nos casos mais graves, nunca se está numa "viagem sem volta" e sim num beco cuja saída é o abandono do consumo de drogas.

O QUE É TOLERÂNCIA?

A tolerância é resultado do processo de adaptação biológica. Com a presença contínua de determinada substância química o organismo se acostuma a ela e reage menos. Para obter o mesmo efeito é necessário aumentar as doses.

A tolerância do organismo é observada sobretudo com os opiáceos, barbitúricos, ansiolíticos e alucinógenos. Dependentes de tais drogas são levados aos poucos, à escalada quantitativa, à busca da obtenção do mesmo efeito.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Droga: Veneno que Ameaça o Mundo!!

Da Redação do Correio Fraterno do ABC

Ao falar sobre drogas hoje, os pais expressam uma das maiores preocupações. O medo é justificável: a popularidade das drogas entre crianças de 10 a 12 anos é cada vez maior. A exposição das crianças ao perigo também. A dependência pode destruir relações familiares e de amizades. Provoca danos irreversíveis e até, nos casos extremos, a morte. O alarme, porém, só toca quando as drogas já estão dentro de casa. Pesquisas da Associação Parceria Contra Drogas mostram que, hoje, quatro em cada dez crianças já experimentaram maconha. Se você é dos anos 60 ou 70, certamente sabia mais sobre drogas do que seus pais. E agora seus filhos sabem mais do que você.

O mundo das crianças de hoje não é fácil. É mais complexo, estressante, com um acesso às drogas alarmante. Veja:

- O LSD é oferecido para crianças na forma de desenhos coloridos, com personagens de histórias em quadrinhos;

- O Crack está disseminado e pode ser encontrado em qualquer esquina;

- O acesso a bebidas, cigarros e medicamentos que contenham em sua fórmula algum componente alucinógeno dentro de casa facilita a iniciação do jovem;

- As festas rave, são verdadeiras feiras de drogas, principalmente ecstasy, maconha e cocaína.

Os hábitos começam cedo

Não é só na escola que as crianças aprendem. A rua, os amigos, a televisão, o cinema também são grandes professores. Há ainda as novas fontes de informação a que elas têm acesso, antes mesmo dos pais: Vídeo, cds, revistas, internet, emails, sites de bate-papo. E isso tudo pode ser uma grande porta de acesso ao vício. Mesmo não promovendo as drogas diretamente, essas informações podem passar a impressão de que usá-las é normal e até esperado em determinada idade. E é chocante a facilidade (e o preço!) para obter a droga.

A idade média com que as crianças começam a fumar cigarros é 12 anos. Experimentar álcool aos 13. E fumam o primeiro cigarro de maconha aos 14. E muitos jovens que usam drogas começaram antes dos 10 anos.

Poderia ser o seu filho

Acreditar que seu filho nunca vai se envolver com drogas é um grande perigo. Pesquisas mostram que o acesso das primeiras crianças às drogas é muito mais fácil do que os pais imaginam. Porém, não há ninguém melhor do que os pais e professores para vencer o desafio de manter um jovem longe da droga.

Estudo realizado pela Parceria em janeiro de 1999 em cinco capitais brasileiras mostrou que, quando um jovem se sente próximo da família, tem menos chances de se envolver com álcool, cigarro e outras drogas. Confirmou-se o que muitos pais acreditam: primeiro, eles podem ensinar os filhos a ver as drogas como um problema sério. segundo, eles podem influenciar as decisões dos filhos em idades escolar - fase em que a criança estrutura sua posição em relação às drogas. O que parece faltar é orientação sobre como tratar a questão, tão complicada e difícil de abordar. Por isso a Associação Parceria Contra as Drogas desenvolveu um guia, com base em um modelo criado por uma organização semelhante nos Estados Unidos. O propósito é preparar você, pai, para conversar sobre drogas com seu filho e responder às dúvidas que ele possa ter.

Mantenha o diálogo

Converse bastante com seu filho sobre drogas. E seja claro. Estudos mostram que os filhos gostariam que os pais conversassem mais com eles.

Os pais precisam se educar: para conversar sobre drogas é preciso estar tão bem informado quanto seu filho. Você deve saber sobre as drogas mais comuns, os efeitos no cérebro e no corpo, os sintomas que provocam, as gírias e como são utilizadas.

A adolescência é um período cansativo para a família. A comunicação é complicada. Mas se você conseguir fazer seu filho crescer sem saber, fumar ou tomar drogas, as chances de ele manter hábitos saudáveis na vida adulta são grandes. A influência dos pais desde cedo pode poupar o filho de experiências negativas associadas ao uso de drogas; pode até mesmo salvar a sua vida. Também é importante lembrar seus filhos que o perigo não está somente no uso constante de álcool ou drogas. O ocasional também pode trazer conseqüências: perder provas ou trabalhos escolares; provocar acidente de carro; sofrer um ataque no coração. Pautando por essas instruções, você aprenderá a usar melhor sua força, seu amor e sua preocupação para ajudar seu filho a se situar bem no mundo, promovendo seu bem-estar e mantendo-o distante das drogas.

Ajudará também você a educar o jovem num mundo difícil, onde existem tentações e obstáculos o tempo todo. Enfim, será seu guia de vida.

Crianças aprendem com exemplos, com os valores que os pais demonstram por suas ações. Ficam sensibilizados quando vêem que os pais se preocupam com elas o tempo todo. Mas devemos estar alertas. Mentiras "inocentes", como esconder a idade, transmite uma mensagem estranha à criança. "Não é errado mentir?", ela vai se perguntar. Se você proíbe cigarros dentro de casa, como pode deixar um amigo quebrar a regra? Se diz que beber em excesso é um problema, como pode rir de um personagem bêbado em um filme? Situações assim confundem a criança. Ela só vai poder discernir o certo do errado baseada em um sistema de valores verdadeiro. E baseada nisso decidirá usar drogas ou não; beber ou não.

Você pode expor seus valores explicando por que decidiu agir de determinada maneira em determinada situação. Se você e seu filho vêem uma pessoa cega tentando atravessar a rua, por exemplo, ofereça ajuda e aproveite para discutir por que é importante ajudar os outros. Também pode explorar questões morais propondo hipóteses para ser discutidas num momento apropriado. Por exemplo: "O que você faria se uma pessoa andando à sua frente deixasse cair uma nota de 10 reais?" ou, "O que faria se um amigo tentasse convencê-lo a matar aula para jogar videogames?" Para ensinar a moral é preciso exemplificar com situações concretas como essas.

Planejando a união familiar

Não é sempre possível tempo para conversar sobre drogas com seu filho. Uma vida agitada e cheia de compromissos não facilita a convivência. Para garantir alguns momentos juntos, tente agendar:

- Reuniões de família: realizadas uma vez por semana em horário combinado, as reuniões são o momento ideal para discutir projetos, falar de disciplina, comemorar sucessos, esclarecer diferenças e qualquer assunto relativo a um dos membros da família. Estabelecer algumas regras ajuda. Por exemplo: todos devem ter chance de falar; quando um fala os outros escutam sem interromper. As críticas devem ser construtivas. Para vencer eventuais relutâncias, agregue algum incentivo, por exemplo, pizza depois da reunião. É importante os pais comandarem.

No Ritual do dia-a-dia: você pode estabelecer que, uma vez por semana, buscará seu filho na escola e juntos tomarão um sorvete. Depois do jantar ou antes de deitar, reserve alguns minutos para conversarem sobre os acontecimentos do dia. Estabeleça a rotina de bater papo - a comunicação é essencial para educar uma criança contra as drogas.

Esclarecendo a sua posição

Não julgue que seu filho conhece a sua posição sobre álcool, cigarro e drogas ilícitas. É preciso falar com ele e deixar a sua posição bem clara. Se você for ambíguo e pouco firme, há o risco de ele querer experimentar. Diga-lhe que o proíbe de fumar, beber e usar drogas porque você se preocupa com ele. (Não tenha medo de parecer emocional demais. Você pode dizer: "Se você usar droga eu vou ficar muito triste e decepcionado com você). Se uma criança tem dúvidas se pode ou não fumar, beber ou usar alguma droga, vai sempre se perguntar: "O que meus pais achariam disso? "As drogas são uma das questões mais presentes na cabeça dos jovens hoje. Mesmo que a criança pareça desinteressada, ela quer orientação dos pais e precisa dela.

Discuta os castigos antes de aplicá-los

Estabelecer regras e limites não afasta os filhos dos pais. Eles gostam de saber que seus pais se esforçam para educá-los. Estabelecer o que é permitido ou não, determinar um horário para voltar para casa e exigir que telefonem e digam onde estão faz com que os filhos se sintam amados e seguros. Porém não aplique penalidades que não tenham sido discutidas antes. Isso não é justo. Os castigos devem corresponder aos limites impostos, de tal forma que seus filhos entendam que há um resultado muito previsível quando uma regra é quebrada. As penalidades que você determina devem ser razoáveis e relacionadas com a infração. Por exemplo, se você pega seu filho fumando, pode restringir suas atividades sociais por uns dias, mantendo-o em casa. Aproveite para fazê-lo ler artigos sobre cigarro e mostre quanto se preocupa com sua saúde e com a possibilidade de ele se viciar. É perfeitamente compreensível que os pais fiquem bravos quando a ordem de casa é rompida. Demonstrar raiva, decepção ou tristeza pode até surtir efeito motivador no filho. Mas como nós costumamos falar o que não devemos quando nervosos, é melhor esfriar a cabeça e deixar para discutir de forma mais positiva depois. Ameaças como: "Seu pai vai te matar quando chegar em casa" nunca surtirão efeito. Quando as regras da casa forem cumpridas, mostre para seu filho que você está feliz. Elogie o seu comportamento. Enfatize as coisas boas que ele faz, em vez de focar só o comportamento errado. Quando os pais fazem elogios, as crianças aprendem a se sentir bem com elas mesmas e desenvolvem auto confiança para acreditar na sua capacidade de julgamento.

Dando o exemplo

No mundo adulto, a bebida é uma prática aceitável. É perfeitamente normal tomar vinho no jantar, caipirinha no almoço ou cerveja no fim de semana. Mas você estará enviando uma mensagem errada se preparar um drinque com a intenção de aliviar a tensão ou curar uma tristeza ou beber até perder o controle. Embora não haja restrições legais ao consumo de cigarros, os efeitos negativos que provocam à saúde são muito grandes. Se a criança pergunta aos pais por que fumam, eles podem explicar que quando começaram a fumar não sabiam o mal que os cigarros causam e que, depois que se começa, é muito difícil parar. Os jovens podem evitar os mesmos erros de seus pais, pois têm mais informações. Pais que usam drogas colocam em risco a sensação de segurança e proteção da criança e comprometem seus códigos de moral. E não pense que os filhos não vão descobrir.

Eles vão, e assim que isso acontecer sua autoridade e credibilidade irão para o espaço. Pai e mãe são o modelo mais próximo e mais importante da criança. Se eles não respeitam a lei, por que o filho deveria respeitar? Se você tem problemas com álcool ou qualquer outra droga procure ajuda profissional. Essa ajuda está disponível em centros de tratamento e grupos de auto-ajuda como Alcoólicos Anônimos e Narcóticos Anônimos.

Pergunte o que os amigos dele fazem depois da escola, quais as atividades ele acha legal e quais não acha, e por quê. Encoraje a conversa com frases do tipo: "Isso é bem interessante" ou "Eu não sabia disso, que bom você contar". Aproveite esses momentos para tocar no assunto das drogas. Comente sobre o perigo. Se você puder dar essa informação antes de ele deparar pessoalmente com elas, ele vai estar mais preparado para dizer "não". Especialistas dizem que os jovens que conversam sobre drogas com os pais têm menos chance de querer experimentá-las. Não pense que ao falar sobre drogas com seu filho você vai estar colocando idéias na cabeça dele. É a mesma coisa achar que falar sobre sexo ele vai contrair alguma doença. Ao comentar sobre o assunto, você estará informando seu filho sobre o perigo próximo e o preparará para enfrentar esse perigo. Para introduzir o assunto, pergunte ao seu filho o que ele já ouviu sobre drogas na escola ou com os amigos e o que pensa sobre elas. Ele pode até mencionar pessoas que as utilizam. Se você escutar alguma coisa ruim ("Eu bebi cerveja na festa" ou "Meu amigo fuma maconha"), não reaja. Uma reação negativa sua pode impedir a próxima conversa. Se ele parecer defensivo ou garantir que não conhece ninguém que use drogas, pergunte: "Mas por que você acha que as pessoas usam?" Discuta sobre os riscos, as conseqüências; pergunte se ele acha que vale a pena correr os riscos, as conseqüências. Lembre-o: experimentar já é um grande perigo, nossa vida pode mudar radicalmente ou até mesmo acabar se atravessarmos uma rua movimentada quando os nossos reflexos estiverem mais lentos... Se a conversa for interrompida, retome-a tão logo seja possível.

Oportunidade para ensinar

Outra maneira de conversar sobre as drogas é aproveitar as oportunidades do dia-a-dia. Se você e seu filho estão andando na rua e vêem um grupo de adolescentes bebendo, converse com ele sobre os efeitos negativos da bebida alcoólica. Os jornais estão cheios de notícias relacionadas ao abuso da bebida e de outras drogas. Aproveite para perguntar ao seu filho o que ele acha do adolescente que bebeu e sofreu um acidente de carro; ou sobre a mãe que usava droga e foi presa. Eles tomaram a decisão certa ao se drogarem? Assista televisão com o seu filho. Pergunte se ele acha que os filmes e as propagandas mostram as drogas como uma coisa normal e rotineira. E o lado ruim, eles mostram? Quando houver uma notícia envolvendo drogas, ressalte todas as conseqüências para a família e para a sociedade. Lembre-o que drogas podem causar ou agravar tragédias, como violência em família, estupro, transmissão da AIDS, suicídio e gravidez indesejada. Sempre que passar um comercial antidrogas na televisão, fale sobre ele com seu filho. É um momento bastante apropriado para isso. Os comerciais da Parceria oferecem boas oportunidades de conversa.

Depoimentos extraídos de pesquisa sobre o tema maconha

"Pai e mãe têm vergonha de falar, filho também. Inclusive sobre sexo. Mãe acha que nunca vai acontecer."

"Tem que ser liberal. Se ficar fechado, não vai acompanhar. O pai tem que ficar esperto com o filho para ver o que ele tá fazendo."

"A pessoa quer saber o gosto que tem."

"começa quando tá com raiva. Depois não volta."

"Tem vários motivos. Revolta, pouco dinheiro, separação dos pais."

- Quando um jovem se sente próximo da família, tem menos chances de se envolver com álcool, cigarro e outras drogas. Os pais devem fazer os filhos enxergarem as drogas como um problema sério e ensiná-los a dizer "não".

Por que não deixar seu filho fumar maconha

Alguns pais que usaram ou viram a maconha ser usada na juventude se perguntam:

"Será que a maconha é mesmo tão ruim para os meus filhos? "

A resposta é um grande e enfático SIM. E por diversas razões:

- Ela é ilegal;

- Ela tem hoje um nível de THC (princípio psicoativo) cinco vezes mais alto do que nos anos 60 e 70;

- Há relatos de aumento na incidência da síndrome do pânico entre usuários de maconha.

- Provoca desmotivação, facilitando o abandono dos estudos;

- Um cigarro de maconha tem tantos elementos cancerígenos quanto um maço de cigarros comuns;

- Fumar maconha ou andar com quem fuma pode significar estar exposto tanto a outras drogas como a problemas com a lei;

- O uso da maconha pode diminuir os reflexos e provocar visões distorcidas da realidade;

- Prejudica o desempenho nos esportes; diminui a sensação de perigo e aumenta o risco de acidentes; provoca a perda de capacidade de concentração e da memória momentânea;

- Adolescentes que se apóiam na maconha deixam de enfrentar as dificuldades normais do crescimento e de aprender as lições emocionais, psicológicas e sociais;

- A droga influencia na atividade cerebral, podendo prejudicar o desenvolvimento do cérebro e do corpo.

- Converse com seu filho sobre os riscos de usar drogas. Pergunte se ele acha que vale a pena correr tais riscos. Os jovens costumam dar importância a discussões sobre como as d r o g a s p o d e m estragar s u a chance de entrar em uma b o a faculdade ou conseguir o primeiro emprego.

Preparando o terreno

O que os pais dizem e fazem em relação às drogas influencia diretamente as escolhas dos filhos no futuro. Eles são o modelo mais importante. Por isso, devem sempre:

- Dar-lhes atenção e carinho;

- Dar-lhes bons exemplos e mostrar interesse por sua vida;

- Encorajá-los a ser responsáveis;

- Participar de atividades das crianças, conhecer seus amigos, saber aonde vão e o que fazem, como vão voltar para casa e com quem;

- Desenvolver projetos e atividades junto com eles;

- Ensiná-los a fazer escolhas certas, pensando no futuro;

- Discutir os riscos das drogas desde cedo e sempre.

"Você já usou drogas?"

Nas conversas sobre drogas, uma das perguntas mais comuns que os filhos fazem aos pais é: "Você já usou? " A não ser que a resposta seja "não", é difícil saber o que dizer, porque quase todos os pais que já usaram drogas não querem que os filhos usem. E isso não é hipocrisia. É querer o melhor para seus filhos, porque hoje esses pais compreendem os perigos das drogas, quando eram jovens não entendiam. O pai que esconde do filho que usou drogas na juventude pode ter sua confiança abalada se a criança descobrir. Por isso, quando for feita essa pergunta, a melhor saída é dizer a verdade. O que não significa relatar suas experiências em detalhes. assim como nas conversas sobre sexo, algumas coisas devem ser reservadas. Evite dar mais informações do que foi solicitado pela criança. Faça perguntas esclarecedoras para ter certeza de que você entendeu exatamente o que seu filho está perguntando antes de responder. Limite sua resposta às informações pedidas.

Como os avós podem ajudar

Os avós têm um papel especial na vida das crianças e, diferentemente dos pais, tiveram mais tempo para se preparar para esse papel. Eles já passaram por altos e baixos correndo atrás dos próprios filhos. Por isso têm uma abordagem mais calma e equilibrada para interagir com os netos. Os avós podem servir como modelos mais estáveis e maduros quando precisarem assumir alguma responsabilidade com os netos. E têm uma vantagem sobre os pais: o relacionamento com as crianças é menos complicado, menos arbitrário e mais distantes dos problemas do dia-a-dia.

Os avós podem usar a intimidade e a confiança que inspiram para reforçar as lições ensinadas pelos pais sobre auto-respeito e vida saudável. Quando demonstram preocupação perguntando: "alguém já lhe ofereceu drogas? " ou "por que seus olhos estão vermelhos?", provavelmente ouvirão respostas mais honestas, especialmente se conseguirem mostrar que não vão julgar nem punir ninguém. Os netos tendem a ser menos defensivos e mais predispostos a ouvir seus conselhos sobre drogas. Os avós também os ajudarão reforçando mensagens positivas e o bom comportamento.

Onde procurar informação e apoio

APCD, que é voltada para o trabalho de prevenção, entende que deve contribuir com as informações necessárias para quem precisa recorrer a centros de recuperação, as comunidades terapêuticas, ambulatórios, recursos comunitários e prevenção. A Secretaria Nacional Antidrogas oferece um serviço gratuito de informações pelo telefone: 0800-614321.

As drogas que estão na sua despensa

Produtos domésticos como removedor de esmaltes, de limpeza, sprays e solventes podem ser utilizados como inalantes. Isso é um perigo e um problema, porque estão dentro de casa e passam desapercebidos. Por estarem disponíveis, são uma droga popular entre os jovens. Uma pesquisa da Parceria mostra que 13,8% dos jovens estudantes do ensino médio das principais capitais brasileiras já usaram algum tipo de inalante. Você deve falar com seu filho sobre as conseqüências do abuso: esses produtos privam o corpo de oxigênio e podem causar inconsciência, danos no cérebro e no sistema nervoso e em casos mais graves, até mesmo a morte.

NOTA DO COMPILADOR: O contexto dessa matéria baseia-se num manual preparado pela APCD, com o apoio de psiquiatras, psicoterapeutas, advogados e psicólogos.

(Publicado no Correio Fraterno do ABC Nº 363 de Abril de 2001)


terça-feira, 16 de outubro de 2012

VISÃO ESPÍRITA SOBRE O CONSUMO DE DROGAS



O MUNDO SÓ É UMA DROGA PARA QUEM SE DROGA NO MUNDO
Randal Juliano

Vimos atender o pedido de diversos jovens e pais que chegam até nós, solicitando um esclarecimento sobre as drogas. Comecemos então, pela definição do termo: droga é qualquer substância estranha ao nosso corpo, que, estando dentro dele, nos cause alterações fisiológicas ou psíquicas, assim, droga é aquele remédio que você toma para sarar da gripe ou a vacina que você tomou quando era pequeno... mas não pára por aí, pois também pode ser utilizada para deprimir, estimular ou perturbar nossa atividade cerebral, por isso são chamadas drogas psicotrópicas.

São depressores : álcool ; soníferos ou hipnóticos (barbitúricos); ansiolíticos (acalmam, inibem a ansiedade) as principais drogas pertencentes a essa classificação são os benzodiazepínicos (diazepam, lorazepam, etc); opiáceos (aliviam a dor e dão sonolência) como a morfina, heroína, codeína e meperidina; inalantes ou solventes (colas, tintas, removedores, etc).

São estimulantes : anorexígenos (diminuem a fome), como as anfetaminas; cocaína ; rebites (utilizados por caminhoneiros, para atravessarem as noites sem dormir).

São perturbadores : mescalina (do cacto mexicano), THC (substância ativa da maconha), psilocibina (de certos cogumelos), lírio , LSD , ecstasy , anticolinérgicos .

O tabaco não provoca grandes alterações cerebrais, portanto não é classificado como psicotrópico. Um dos grandes portais para o vício é a facilidade de se obter a droga. No contexto legal, as drogas se dividem em drogas lícitas e ilícitas. Drogas lícitas são aquelas vendidas legalmente, controladas ou não, como: álcool, cigarro, cola de sapateiro, moderadores de apetite, estimulantes (rebites), morfina, éter, benzina, barbitúricos, xaropes (opióides) e tranqüilizantes. Ilícitas são as drogas comercializadas ilegalmente, como a maconha, cocaína, heroína, crack, LSD e tantas outras.

Independentemente de ser lícita ou não, a droga causa diversos males ao organismo (alguns irreversíveis), dependendo do modo que ela é utilizada. É destes males e o porquê vamos atrás das drogas.

Vamos agora refletir um pouco sobre os grandes prejuízos que as drogas (de qualquer espécie) trazem ao espírito e ao perispírito. Como já dissemos, tudo que fazemos, absorvemos ou emanamos energia, positiva ou negativa, dependendo do quê estivermos fazendo/pensando. Ao consumirmos uma droga, uma tragada no cigarro, um gole na bebida alcoólica, uma injetada, aspirada, seja lá como consumirmos, liberamos uma grande quantidade de energia, como se fosse uma fumaça, que fica à nossa volta. Imagine que esta fumaça fosse um perfume que lhe agrada. Você se sente bem ao lado de quem está usando, então, procura ali permanecer. Assim funciona no mundo invisível: ficamos envoltos por energias negativas, espíritos imperfeitos, a fim de aproveitarem aquele "barato" também, se aproximam de nós e absorvem esta energia. Quando o efeito passa, eles, querendo mais, influenciam nossas idéias, a fim de que consumamos mais e mais. "Mas e o meu livre arbítrio???", pergunta aquele manézinho. Pois é, temos nosso livre arbítrio para escolher entre consumir ou não. Porém, estas influências espirituais atingem nosso subconsciente, e por muitíssimas vezes, o que pensamos que é nossa idéia ou vontade é a idéia ou vontade de um espírito que está ao nosso lado, nos influenciando positiva, ou negativamente.

Quando nosso organismo está em desequilíbrio fisiológico, nosso perispírito tenta "sugar" aquele "mal" acumulado naquela parte do corpo, bombardeando aquela região com energia positiva. Porém, quando isto acontece por muito tempo, o perispírito se desgasta tanto, que se machuca também, aí passamos aquele problema para nosso corpo espiritual. Que problema? Aos fumantes, uma mancha negra na região do pulmão, aos alcoólatras, geralmente uma mancha negra na região do fígado, aos usuários de drogas psicotrópicas, geralmente uma mancha negra na região da cabeça, lembrando, no perispírito. Daí provém as dores que os espíritos de viciados dizem sentir no Plano Espiritual, e a maioria das doenças que nos afetam desde nosso nascimento ao reencarnarmos, pois quando o perispírito está em desequilíbrio energético, a matéria tenta absorver este problema, resultando em males no corpo físico.

E quando nos drogamos, além do "barato" que sentimos, ganhamos de brinde vários "amigos" espirituais, geralmente de ex-viciados, que como não possuem mais um corpo físico, consomem as drogas através de nós. Aí rola a famosa obsessão, quando os espíritos inferiores nos influenciam ao uso das drogas.

Por isso, a melhor saída é a famosa frase "orai e vigiai", pois quando acompanhados de bons espíritos, estamos sujeitos a boas influências.

Não deixe de ler : O Livro dos Espíritos , livro II, cap. IX, de Allan Kardec; Nós os jovens , pelo espírito Rosângela; Não pise na bola , de Richard Simonetti; Um roqueiro no além , pelo espírito Zílio. Existem diversas obras de estudo e romances que tratam sobre as drogas. Consulte uma boa livraria espírita e desenvolva o tema em sua Mocidade!

Mais informações:

ABRAFAM : (11) 574-1212, http://www.impacto.org/abrafam ou kakah@nvc.com.br

CEBRID : (11) 539-0155 ou cebrid@psicobio.epm.br;

Projeto CARA LIMPA : http://www.caralimpa.com.br


[Retirado do Boletim GEAE Número 382 de 1 de fevereiro de 2000]
Fonte: http://www.nlnp.net/artigos/artigo64.htm

domingo, 14 de outubro de 2012

ESPIRITUALIDADE E ALCOÓLICOS ANÔNIMOS



1. Inicialmente a pessoa terá que admitir a impotência diante da droga e que perdeu o domínio sobre a própria vida. (*)
O homem que deseja ardentemente a renovação deverá cumprir a lei de justiça e de amor, na sua maior pureza. São leis divinas ou naturais.
Certa vez um centurião se viu impotente diante do tormento de seu criado. Nesse dia, ele verificou que havia possibilidade de recuperação, mesmo sem o deslocamento de Jesus ao local para fazer a imposição de mãos. (Mateus 8:5-8).
“E, chegando o sábado, Jesus começou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se admiravam, dizendo: de onde lhe vêm estas coisas?” (Marcos 6: 2-3).
2. Você pode espernear, no entanto, acreditar que um Poder Superior pode nos devolver à sanidade é parte da libertação.
A pessoa deverá refletir sobre uma Inteligência Suprema, uma causa primária para todas as coisas; nela depositar fé acreditando na Sua bondade, justiça e sabedoria. Deverá aprender a ter fé no futuro e a colocar os bens espirituais acima dos temporais.
“Perguntaram a Jesus: Mestre, qual é o grande mandamento na lei? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Mateus 22: 36-39).
Jesus não era profissional “da religião”, mas de carpintaria. No entanto, deixava o povo estupefato.
3. Percebendo uma Inteligência Suprema, que fez surgir galáxias, a pessoa tomará a decisão de entregar sua vontade e sua vida aos cuidados de Deus, na forma em que O possa conceber.
Unirá razão e fé. “Olhará para as aves do céu, que nem semeiam, nem ajuntam em celeiros, e compreenderá que o Pai celestial as alimenta.” Usando a razão responderá: “Não tendes vós muito mais valor do que elas?” (Mateus 6: 26). Valorizará assim os que estão com ela na lida e aproveitará todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso e de valor encontrado nelas.
4. Corajosos sairão vencedores, assim fará minucioso e destemido inventário moral de si próprio. O homem novo será reconhecido pela sua transformação em termos de valores ético-morais.  Jesus enfatizou a necessidade do progresso, não poderá negligenciar deveres, mas cumpri-los conscienciosamente.
“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai, que está nos céus.” (Mateus 5: 16).
5. Teremos que admitir perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas. Isso nos ensinará também a ser indulgente diante das fraquezas alheias, porque sabemos que também necessitamos de indulgência. Saber conviver é aquisição preciosa. Jesus não disse que a prática seria fácil.
“Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede vós prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas. (Mateus 10: 16).
6.  Cheios de fé e de coragem haveremos de nos prontificar a deixar que Deus remova todos os nossos defeitos de caráter. Um defeito que Jesus combateu foi o desejo de vingança, isso porque o homem novo, possuído de amor ao seu semelhante fará o bem pelo bem, sem esperar recompensas; retribuirá o mal com o bem, tomará a defesa do fraco contra o forte, e sacrificará seus interesses à justiça. “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.” (5 João 14:1-3). Jesus é excelente guia.
7.  Deveremos então rogar humildemente a Deus que Ele que nos livre de nossas imperfeições. Só os corajosos e lúcidos percebem e enfrentam a própria prepotência. Outra imperfeição é o desejo de obter privilégios. Como homem liberto, teremos que ser bons e benevolentes para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças.
Jesus disse que “o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então dará a cada um segundo as suas obras.” (Mateus 16:27) .
8. Importante fazer uma relação de todas as pessoas que tenhamos prejudicado e procurar, com todas as forças, reparar os danos que lhes causamos. Mesmo que guardemos alguma mágoa, por nos terem anteriormente repreendido. A reparação é fundamental.
“Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele…”. “Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último ceitil.” (2 Mateus 5:23-26).
O homem renovado perdoará e esquecerá as ofensas e só dos benefícios se lembrará, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado.
9. Enfatizamos que é urgente fazer reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando isso signifique prejudicá-las ou a outrem. A reparação direta esta contida no segundo grande mandamento.
“Mestre, qual é o grande mandamento na lei?  E Jesus disse-lhe: (…) E o segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (1 Mateus 22:36-39).
Realmente o novo homem será altruísta e encontrará satisfação nos benefícios que espalhar, nos serviços que prestar.
10.  A renovação será diária e sempre se terá que fazer inventário pessoal. Quando se achar em erro devera admiti-lo prontamente. Nesse sentido, estudará suas próprias imperfeições e trabalhará incessantemente em combatê-las. Entenderá, finalmente, a mudança de paradigma – “Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo.  Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus.” (3 MT 5: 43-44).
11. Por meio da prece e da meditação, procurará melhorar o contato consciente com Deus, na forma em que O concebe, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade e forças para realizar essa vontade.
“Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente”. (Mateus 6:6-9).
Poderá dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz agora de melhor do que na véspera.
12. Finalmente, tendo experimentado este despertar da consciência (**), agora lúcida, graças aos “12 Passos”, deverá procurar transmitir essa mensagem aos companheiros “dependentes químicos” e praticar esses princípios em todas as suas atividades.
O aumento de nível da inteligência espiritual (**) é sinal de progresso.
“Resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras. (6. Mateus 5: 11). “Curai os enfermos (…); de graça recebestes, de graça dai.” (Mateus 10:8).
(*) ALCOOLICOS ANÔNIMOS
http://www.alcoolicosanonimos.org.br/
(**) CONSCIÊNCIA NA SECRETARIA DE SAÚDE
http://sinapseslinks.wordpress.com/2012/01/28/consciencia-na-secretaria-de-saude/
Endereços úteis
NARCÓTICOS ANÔNIMOS
http://www.na.org.br/portal/
ABEAD
http://www.abead.com.br/
UNIAD
http://www.uniad.org.br/
Enviado por nosso amigo e leitor Luiz Carlos Formiga.

Fonte: http://visaoespiritabr.com.br/cura/12-passos