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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

MEDICINA RECONHECE OBSESSÃO ESPIRITUAL

Dr. Sérgio Felipe de Oliveira com a palavra:

Ouvir vozes e ver espíritos não é motivo para tomar remédio de faixa preta pelo resto da vida… Até que enfim as mentes materialistas estão se abrindo para a Nova Era; para aqueles que queiram acordar, boa viagem, para os que preferem ainda não mudar de opinião, boa viagem também…

Uma nova postura da medicina frente aos desafios da espiritualidade

Vejam que interessante a palestra sobre a glândula pineal do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP:

A obsessão espiritual como doença da alma, já é reconhecida pela Medicina. Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do Ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito. No entanto, quero retificar, atualizar os leitores de meus artigos com essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do indivíduo e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade:

Mente, corpo e espírito

Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral:
Biológico, psicológico e espiritual.

Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID – Código Internacional de Doenças – que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.

O CID 10, item F.44.3 – define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.

Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença.

Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos – nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura bem como na interferência de um ser desencarnado, a Obsessão espiritual..

Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.

O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria – DSM IV – alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura.

Na Faculdade de Medicina DA USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, que coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.

Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.

Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.

Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de “psicóticos” por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. (Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral).

Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.

*Enviado por Ana Luiza, colaboradora do site da CELC

Texto de Osvaldo Shimoda
Colaboração de CEECAL – Centro de Estudos Espírita Caminho da Luz:
http://ceecal.com/
Fonte: http://www.celc.org.br/blog/2013/01/medicina-reconhece-obsessao-espiritual


sábado, 27 de outubro de 2012

As doenças na visão espírita.


Marlene Nobre
para o programa Portal de Luz

O Espiritismo tem uma grande contribuição a oferecer à Medicina e às escolas que lidam com a saúde humana.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) ainda define saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social. O Espiritismo, porém, amplia essa visão e ensina que saúde é o estado de completo bem-estar biopsicossocioespiritual, pois leva em consideração os fatores biológicos, psicológicos, sociais e espirituais que influenciam o ser humano em sua passagem pela existência terrena.

Diferentemente da Medicina do Corpo, que ainda é exercida em larga escala nos dias de hoje, o Espiritismo descortina um novo modelo, o da Medicina da Alma. 

No paradigma médico-espírita, o ser humano é um conjunto complexo, constituído de corpo físico, corpos sutis e alma; a prioridade, no entanto, na direção desse conjunto, é a da alma. Compete, pois, ao espírito imortal, a construção do seu destino terreno e, consequentemente, a da manutenção da sua própria saúde.

Segundo esses conceitos, o fato de uma pessoa não exteriorizar doença durante determinada fase da existência, pode não significar que ela esteja saudável. Assim, a criatura pode apresentar-se aparentemente saudável durante um período, mas já trazer no perispírito as marcas indeléveis da doença que eclodirá um pouco mais adiante, segundo a lei de ação e reação, que tem no tempo o principal fator desencadeante. 

Segundo os princípios espíritas, a questão saúde-doença está profundamente vinculada à lei de causa e efeito, ao carma. André Luiz explica, no livro Ação e Reação, que carma designa “causa e efeito”, porque a toda ação corresponde uma reação. Quer dizer que está ligado a ações de vidas passadas. Assim, o carma seria uma espécie de “conta do destino criada por nós mesmos”, faz parte do sistema de contabilidade da Justiça Divina.

Segundo esse princípio, a criatura humana tem de dar conta de tudo que recebe da vida, de todos os empréstimos de Deus, patrimônios materiais, inteligência, tempo, afeições, títulos, e também do corpo físico, que lhe é concedido para o aperfeiçoamento espiritual. E será sempre assim, na roda viva da evolução espiritual em que deve se empenhar, tendo em vista a conquista de amor e sabedoria. 

Aprendemos, com os Mentores Espirituais, que a percentagem quase total das enfermidades humanas tem origem no psiquismo. Assim, orgulho, vaidade, egoísmo, preguiça e crueldade são vícios da alma, que geram perturbações e doenças nos seus envoltórios, quer dizer, no corpo espiritual ou perispírito e no corpo físico. 

Assim, no estudo de toda doença, é preciso levar o perispírito em consideração, mesmo porque a cura do corpo físico está diretamente subordinada à cura desse envoltório espiritual. Há exemplos importantes nos livros da coleção André Luiz que elucidam o nosso estudo. Vou citar apenas dois deles.

Vejamos o caso de Segismundo, em Missionários da Luz. Em vida passada, por causa de Raquel, ele tirou a vida física de Adelino com um tiro, que atingiu a vítima na altura do coração. Na vida atual, Segismundo renasceu como filho de Adelino e Raquel e trouxe, já na formação do seu corpo físico, o problema cardíaco que só se manifestará mais tarde, como doença do tônus elétrico do coração, após os 40 anos de idade. 

As doenças, em geral, surgem relacionadas à idade em que as faltas foram cometidas.

Em outro livro, Ação e Reação, podemos acompanhar o caso de Adelino Silveira. No século XIX, Adelino era filho adotivo de um fazendeiro de grandes posses. Ambos eram muito unidos. Aos 42 anos, seu pai casou-se com uma jovem de 21 anos, a mesma idade de Adelino. Aconteceu, porém, que os dois jovens – Adelino e a madrasta – apaixonaram-se e ambos tramaram a morte do pai e marido. A pretexto de cuidar do pai enfermo, Adelino deu uma bebida forte ao dono da fazenda e depois ateou fogo ao seu corpo. Foi uma morte muito dolorosa. Depois de tudo consumado, Adelino casou-se, mas não conseguiu ser feliz, atormentado pelo remorso. No mundo espiritual, os padecimentos foram intensos e contínuos. Finalmente, arrependido, reencarnou no século XX como Adelino Silveira e, desde pequeno, teve seu corpo tomado por um eczema extenso, que o dominava quase por inteiro.

Como podemos observar, as ações praticadas vincam o nosso perispírito e se refletem no corpo físico que age como uma espécie de filtro das impurezas.

Assim, em matéria de saúde e doença, temos de levar em consideração as ações das vidas passadas e as da existência atual para que as nossas conclusões não sejam falhas ou incompletas. 

Ao estudarmos esses casos, podemos constatar também o importante papel que a dor tem em nossas vidas. Segundo o benfeitor Clarêncio: Depois do poder de Deus, é a única força capaz de alterar o rumo de nossos pensamentos, compelindo-nos a indispensáveis modificações, com vistas ao Plano Divino, a nosso respeito, e de cuja execução não poderemos fugir sem graves prejuízos para nós mesmos.


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O ABORTO NA VISÃO ESPÍRITA


1. INTRODUÇÃO
É indiscutível que o aborto deve ser abordado de forma ampla, pois envolve aspectos biológicos, psicológicos, sócio-culturais, legais e espirituais. É necessário que entendamos todos os aspectos que o envolvem para a formação de conceitos fortemente embasados. O primeiro conceito a ser entendido é o de o que é o aborto (ou abortamento): “Abortamento é a morte do ovo, embrião ou feto”, ou seja, a interrupção da gestação desde a concepção até o parto. Com isto podemos avaliar que em qualquer período compreendido entre a união de gametas e o início de trabalho de parto é considerado um aborto. Outro conceito fundamental para a visão espírita é o de quando ocorre a união da alma ao corpo. A pergunta 344 do Livro dos Espíritos nos esclarece: “A união começa na concepção, mas não se completa senão no momento do nascimento”.

2. TIPOS DE ABORTO
Espontâneo ou provocado; de repetição; Legal ou criminoso; Social; Terapêutico; Eugênico.

3. ABORTO LEGAL
A nossa legislação prevê que em casos de estupro e em casos de risco materno seja autorizado o aborto. Estuprar é “constranger para conjunção carnal por ameaça ou violência”. Será presumida a violência se a mulher: a) Tiver menos que 14 anos; b) For débil mental e o agente conhecia esta circunstância; c) Não podia oferecer resistência. Já começamos a perceber uma lei mal elaborada quando é omissa, assim, quando um homem usa de violência sexual mas, sem no entanto ter uma “conjunção carnal” (não havendo penetração) o aborto não seria legal, pois o ato não foi um estupro e sim, um “atentado violento ao pudor”. Nestes casos por comparação, são realizados os abortos ditos “sociais”, que não deixam de ser ilegais. Outra forma legal de aborto é aquela que ocorre para proteção da mãe, denominada de aborto terapêutico. A pergunta 359 do Livro dos Espíritos. questiona sobre isto e a resposta é: "É preferível sacrificar o ser que não existe a sacrificar o que existe". No entanto, não esqueçamos que a medicina tem condições de prever os casos em que a gravidez coloca a mãe em risco, podendo se antecipar para evitar a gestação. É interessante citar que, consultando profissionais especialistas na área, nenhum consegue citar caso em que tiveram que indicar aborto terapêutico.

4. MEDICINA FETAL
Os avanços da medicina criaram fábulas no estudo dos fetos, assim, a partir de 12 semanas de gravidez, é possível à mãe saber se terá um filho saudável. Por um lado, começamos a verificar maravilhas no sentido de proporcionar tratamentos intra-uterinos, mas por outro, mães passaram a ter o conhecimento precoce de que seus filhos eram portadores de aberrações cromossômicas (por exemplo a Síndrome de Down). A sugestão de autorização de aborto nestes casos não foi acatada em nosso país e se chama aborto eugênico.
Todo aborto tem conseqüências legais, físicas, psicológicas e espirituais para todos os envolvidos na sua prática: a mãe, o aborteiro e aquele que o estimula.

5. CONSEQÜÊNCIAS LEGAIS
Para a gestante, de 1 a 3 anos de detenção; para o aborteiro, de 1 a 4 anos se houve o consentimento, e de 3 a 10 anos se não houve o consentimento. Estas penas são agravadas se houve lesão corporal da “vítima” elevando a pena para de 2 a 8 anos. Ainda no que diz respeito ao aborto no plano material, nem todos comportam-se de maneira a ignorar o feto como ser humano desde a concepção. Desta forma ignoram a crueldade física em que transcorre um aborto. Para aqueles que se negam a crer, o filme “The silent scream” ou o “Grito silencioso” mostra de forma absolutamente científica o que acontece, durante um aborto, com o feto. O Dr. E. Nathanson, é um profissional que após anos fazendo o procedimento, resolveu lutar pela sua extinção. Neste filme pode-se ver um feto na 12a semana de gestação tranqüilo na cavidade uterina e poucos segundos após, com o início do procedimento, movimentos desesperados na tentativa frustrada de esquivar-se do instrumental cirúrgico. Talvez, a ciência possa vir a reforçar a postura espiritualista dando ao feto o mesmo valor que se dá a qualquer vida humana.

6. ASPECTOS ESPIRITUAIS
ABORTO ESPONTÂNEO:
Muitos casais desejam ardentemente um filho, porém infelizmente não conseguem. Os motivos são pregressos, ou solicitaram a infertilidade como prova, ou a receberam como expiação. De alguma forma o casal colaborou na interrupção da gravidez de outrem no passado, ou eles próprios o fizeram. Da mesma forma o concepto era cúmplice dos dois. Todos tem culpa no processo e ninguém pode ser considerado inocente. O aborto é, portanto, conseqüência de débitos cármicos do casal em relação à entidade desencarnante. Além dos abortos motivados pelos débitos do casal, há aqueles em que o reencarnante teme o novo nascimento. É o caso daqueles que deverão retornar com alterações deformantes no corpo físico e da antipatia aos membros da nova família. Assim, mesmo nas encarnações compulsórias o livre arbítrio é respeitado. Quando especificamente, a desarmonia é com a mãe, as emanações energéticas agem no chakra genésico desequilibrando e alterando as suas ligações ao perispírito fetal, predispondo-se a romper-se. Rompidas estas ligações, o feto, sem espírito torna-se inviável por falta de modelo biológico organizador.

ABORTO EUGÊNICO:
As más formações congênitas são decorrentes, materialmente falando, de alterações genéticas e infecciosas, porém, sob o aspecto espiritual, há de se considerar porque um casal conceberá um deficiente físico; ou ainda por que uma criança será portadora de deficiência. O reencarnante fixa-se ao óvulo e será atraído o espermatozóide mais adequado, assim sua compleição física e imunidade são determinantes do próprio espírito reencarnante. Quanto aos pais, terão aceitado previamente esta prova. Desta forma o aborto provocado com a finalidade de evitar o nascimento de um deficiente é interferência nos planos espirituais previamente concebidos.

ESTUPRO:
No estupro existem vários envolvidos. O agressor e a “vítima” podem não ter-se encontrado por mera coincidência, mas por sintonia de vibrações. A fatalidade pode ser, na verdade, predisposição. A entidade reencarnante muitas vezes é o obsessor da “vítima” e está ligado a ela por forte atração magnética. Havendo a agressão e a condição física predisponente, o plano espiritual aproveita a oportunidade para adormecer a entidade e colocá-la em condição de filho daquela que odiava. É importante colocar que o estupro e a gravidez não foram programados, a espiritualidade apenas utiliza o mal para fazer o bem. Entendendo que a gestação decorrente do estupro é uma oportunidade para que espíritos adversos entrem em sintonia, o aborto é, além de uma agressão, uma anulação desta oportunidade de perdão mútuo. Nestes casos deve-se considerar ainda os familiares que estarão assumindo as conseqüências espirituais de um aborto, desequilibrando toda a estrutura doméstica. Do contrário, compartilharão do auxílio fraternal à mãe e à esta entidade que reencarnará naquele meio. Nos casos de a “vítima” não ter capacidade para assumir a maternidade, a melhor solução é a adoção pela própria família, ou na sua impossibilidade, encaminhamento para adoção por terceiros.

7. CONSEQUÊNCIAS FÍSICAS E PSICOLÓGICAS DA MULHER
As lesões físicas podem ser precoces como hemorragia, perfuração uterina, perfuração de intestinos, embolia pulmonar, etc; mas também podem ocorrer tardiamente causando infertilidade por alterações uterinas. Entre as alterações psicológicas existem uma variedade muito grande que vão de quadros mais leves de depressão até profundas alterações decorrentes do sentimento de culpa. Estes sintomas podem-se agravar pela obsessão do espírito rejeitado.

8. CONSEQÜÊNCIAS ESPIRITUAIS
As conseqüências espirituais são maternas, fetais, para o aborteiro e também para aquele que induz ao ato.

CONSEQÜÊNCIAS ESPIRITUAIS PARA A GESTANTE:
Primeiro devemos lembrar que o espírito enviado para reencarnar era um ser que havia sido preparado para reconciliação e portanto já se encontrava sob esquecimento do passado. Feito o aborto, voltam as lembranças e as suas vibrações  atingirão a esfera psíquica materna agravando a sua situação psicopatológica.

Outro aspecto a ser considerado é a infração às Leis Naturais:
Livro dos Espíritos 358: “Há sempre crime no momento em que se transgride a lei de Deus”. Desta forma há evidente conseqüência espiritual do abortamento. Ao desencarnar, a mulher terá, conforme o grau de responsabilidade, alterações energéticas no perispírito que só poderão ser eliminadas na próxima encarnação através de expiação ou prova (sofrimento físico e moral), e reparação (fazer o bem àquele que foi prejudicado). A expiação não é punição e sim uma conseqüência do desequilíbrio energético patente no perispírito. No livro “Evolução em dois mundos” André Luiz explica que tais desequilíbrios influirão no sistema reprodutor feminino causando inúmeras alterações que predisporão a mulher ao abortamento ou ao trabalho de parto complicado. Não só o chakra genésico se desequilibra com o abortamento; também são conhecidas disfunções a nível do chakra cardíaco e coronário para aquelas mulheres que se desequilibraram respectivamente na esfera afetiva e psicológica. A expiação e a prova, não são, entretanto, a única forma de resgate do ato praticado. Lembrando a 1a epístola de Pedro (4:8): "...Porque a caridade cobrirá uma multidão de pecados ". O remorso e a culpa são posturas estáticas decorrentes do erro, devemos transformar esta experiência em algo produtivo e a opção pelo amor e caridade são a melhor forma de crescer em créditos espirituais.

CONSEQÜÊNCIAS PARA O PAI:
Muitas vezes o pai é o mentor intelectual do crime. Seu desequilíbrio imediato seria no chakra coronário predispondo à obsessão e posteriormente às alterações do chakra genésico, na próxima encarnação, o predisporá às conhecidas patologias que levam à infertilidade masculina.

CONSEQÜÊNCIAS PARA O ABORTADO:
Antes de tecermos maiores considerações, é importante lembrar que toda reação será proporcional à intenção da agressão e também à evolução  do espírito agredido. Vejamos o que o Livro dos Espíritos coloca sobre a conseqüência do aborto para o encarnante na pergunta 357: "Para o espírito uma existência nula a recomeçar". Para os espíritos mais evoluídos que, muitas vezes, encarnariam para restabelecer a paz doméstica, a recusa de sua encarnação não será motivo de ódio ou ressentimento, provavelmente, continuará vibrando por aquele lar na espiritualidade, aguardando nova oportunidade de auxílio. Por outro lado, aqueles ainda pouco evoluídos terão reação agressiva. Permanecerão ligados ao chakra genésico materno, causando alterações como as mencionadas na obra “No mundo maior” – cap. X, onde André Luiz relata o episódio em que a revolta do encarnante foi tanta que, passou a alterar magneticamente o útero materno, causando profusa hemorragia, seguida de distúrbio cardíaco e, finalmente ao desencarne materno. A ligação ao chakra genésico materno, poderá ser contínua, gerando alterações ginecológicas futuras, inclusive infertilidade. Por outro lado a ligação pode ser feita com o chakra esplênico, sugando as energias vitais maternas, num verdadeiro vampirismo.

CONSEQÜÊNCIAS PARA O ABORTEIRO:
Muitas vezes a ignorância de princípios básicos de religiosidade, são atenuantes à culpa do profissional (médico ou não) que executa o aborto. Este fato, no entanto não os exime da culpa da realização do aborto e das suas conseqüências. No livro “Nosso Lar” André Luiz conta em seu capítulo 31, sobre as distonias energéticas visualizadas sobre o corpo espiritual de uma mulher que se dedicava ao aborto e ao infanticídio. São relatadas formas “viscosas e aderentes, deformadas e animalizadas” vinculadas aos médicos e quiropráticas. Na presente encarnação, tais profissionais,  já podem perceber conseqüências físicas e afetivas, por interferência direta dos obsessores. Nas encarnações seguintes, todos os chacras poderão estar desequilibrados e, portanto, todo sofrimento ligado ao desequilíbrio genésico e coronário como também esplênico e cardíaco.

Fonte: http://www.topgyn.com.br/conso25/religioes/conso25a12.php